domingo, 14 de fevereiro de 2010

Tempo, um segundo e já era.

Aqui, de frente pra essa janela transparente, mirando as luzes da cidade lá em baixo.

Gostaria de ter levado mais café para ele, gostaria que ele tivesse me pedido, na verdade. Os que levei, deveriam ter sido cafeinados. Levaria quantos fossem necessários. Mas o orgulho o distanciava.

Preste atenção na luz, ela revela e esconde. A luz distancia e aproxima. Depende.

A luz de meu pai se apagou, mas sua obra ficou. Bem sucedido.

A despeito do que diziam, ele me amava. De seu jeito, mas me amava. Uma foto, uma lembrança, uma foto que todos veem. No entanto, poucos sabem o significado. choro muito ao vê-la.

Nesse momento, sua prancheta é nosso elo. Presente e passado se unem.

Eu e ela. Esperamos dois anos para falar sobre isso. Um restaurante, uma cortesia. Não apareci, ela chorou.

Eu morri em um segundo, o que seria dito...foi-se ao pó.

Não deveria ter sido assim.

Um comentário:

VICIADA EM ESMALTE disse...

POIS É...A VIDA É EFÊMERA!